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29 de outubro de 2013

Exposição conta a história do Amazonas em peças arqueológicas - G1 e Acrítica

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As peças, que ainda estão sendo catalogadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), foram achadas pelos moradores do Tarumã

Manaus recebe pela terceira vez a exposição 'Cerâmica Tarumã', que exibe peças amazônicas a partir desta segunda-feira (28), no Instituto Cultural Brasil Estados Unidos (Icbeu), na Avenida Joaquim Nabuco, Centro de Manaus. A mostra é o resultado de 10 anos de pesquisas na comunidade agrícola Amazonino Mendes, localizada pelos próprios moradores na margem direita do Rio Tarumã. Ao todo, 150 peças serão exibidas ao público até o dia 6 de Dezembro.

As peças, que ainda estão sendo catalogadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), datam do período colonial na região amazônica. Elas foram encontradas pelos próprios moradores da região das águas do Tarumã Mirim, onde as expedições espanholas, holandesas e portuguesas tiveram os primeiros contatos com os nativos indígenas.

De acordo com o poeta Celdo Braga, presidente em exercício do Conselho Municipal de Política Cultural (Concultura), o trabalho soma com o movimento de resgate ao centro histórico de Manaus, além de contribuir para o ressurgimento das tradições amazonenses. "Assim como a reinauguração do Mercado Municipal Adolpho Lisboa, essa ação tem uma prospecção educacional, porque o que queremos é trazer os alunos das escolas públicas e particulares para conhecer o início da nossa história por meio dessas cerâmicas", destacou.

Segundo o curador da exposição, Eliel Cavalcante, a exposição nasceu na Escola Municipal Professor Paulo Freire, que está localizada em cima de um sítio arqueológico. "Pais, alunos e grande parte da população da comunidade Amazonino Mendes participaram dos trabalhos de busca e réplicas das peças originais, como maneira de manter viva essa cultura deixada pela tribo Tarumã", explicou o curador.

Conforme Eliel, serão expostos fósseis, artefatos indígenas e até objetos trazidos pelos colonizadores no período das expedições. Além disso, o local contará com um setor de vendas de artesanatos da comunidade ribeirinha. Escolas interessadas em realizar excursões para prestigiar a exposição podem ligar para o telefone 3632-2634. As visitações começam às 9h e se encerram às 21h, com entrada gratuita.

Fonte: Acrítica / G1-AM

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