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25 de fevereiro de 2013

Cavernas do Pará são fontes para pesquisas e ecoturismo, diz levantamento - Portal Amazônia

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Caverna e Cachoeira Leonardo da Vinci, em Altamira, Pará.
Foto: Diego Bento/ICMBio.
BELÉM – Levantamento realizado dentro do Zoneamento Ecológico Econômico (ZEE) do Estado  detectou um potencial turístico e científico nas cavernas localizadas em território paraense. Segundo o responsável pelo estudo espeleológico, o engenheiro florestal da Sema, Crisomar Lobato, o Pará tem uma infinidade de cavernas e grutas que são fontes importantíssimas para pesquisas e ecoturismo.

Algumas já possuem plano de manejo para uso e pesquisa científica. É o caso da caverna Itatupaoca, localizada no Parque Estadual de Monte Alegre, município de São Geraldo do Araguaia. A caverna é rica em pinturas rupestres que indicam o registro mais antigo da presença humana na Amazônia. “As pinturas têm cerca de 11.200 anos a.p (antes do presente), ou seja, revelam as primeiras aparições na região”, explicou o engenheiro.

Apesar do imenso potencial dessas cavidades naturais, muitas ainda não estão protegidas. Caso da caverna Planaltina, a 15 quilômetros do município de Brasil Novo, que possui a maior reserva de arenito da América do Sul. Na mesma situação está a caverna Leonardo da Vinci, formada por uma rocha sedimentar especial, resultante da queima de lava vulcânica, conhecida como folhelho.

Fonte: Portal Amazônia


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